Sua matriz enxergao que realmente acontece nas unidades?
O TRIVEE Corporate Intelligence cria uma visão executiva multiunidade para redes, grupos e franqueadoras acompanharem riscos, ranking, aderência e padrões da marca.

Multiunidade
Visão da carteira
Ranking
Comparação por hotel
Riscos
Prioridade de intervenção
Rede hoteleira não precisa gerir padrão no escuro
A matriz precisa enxergar risco operacional, conectividade, manutenção, experiência e reputação com critérios comparáveis entre unidades.
Enxergar
Acompanhe a rede por score, módulos, riscos e indicadores operacionais.
Comparar
Use critérios comuns para entender maturidade, aderência e exceções entre unidades.
Priorizar
Identifique riscos críticos antes que cheguem ao hóspede, auditoria ou diretoria.
Padronizar
Conduza piloto, contrato master, adesão local e rollout por ondas.
Sinais de alerta
Sua rede apresenta algum deles?
Cada hotel opera com um padrão diferente
Processos, SLAs, registros, checklists e rotina digital variam entre unidades da mesma marca.
A matriz depende de relatos e reuniões
A operação real chega por e-mail, apresentação, visita ou planilha, sem evidência contínua.
Problemas aparecem tarde demais
Riscos só ficam claros depois de auditoria, reclamação pública, perda de contrato ou custo inesperado.
Comparar unidades é difícil
Sem base comum, ranking, benchmark e priorização ficam sujeitos à percepção de cada área.
CAPEX e OPEX não têm contexto operacional
Manutenção, conectividade e reputação nem sempre aparecem conectadas à decisão de investimento.
Franqueados aderem em ritmos diferentes
Sem modelo master, política de dados e ondas de implantação, o rollout perde controle.
O custo do problema local vira risco da marca
Uma falha recorrente em uma unidade pode comprometer percepção de padrão da rede inteira.
Sem dados comparáveis, a matriz prioriza intervenção por urgência percebida, não por risco real.
Marca
Padrão inconsistente afeta confiança e reputação.
Investimento
CAPEX e OPEX ficam sem prioridade comparável.
Franquia
Baixa aderência dificulta governança da rede.
Diretoria
Decisão fica dependente de relatos e auditorias pontuais.
Uma camada de comando operacional para a rede
O Corporate Intelligence consolida indicadores de unidades, riscos acionáveis, ranking e drilldown para apoiar diretoria, operações corporativas e franqueadoras.
Consolidar
Reúna sinais de módulos operacionais e propriedades vinculadas à conta corporativa.
Pontuar
Acompanhe score da unidade normalizado pelos módulos ativos ou contratados.
Alertar
Organize riscos por severidade, impacto e tempo estimado.
Aprofundar
Saia do consolidado para o detalhe da unidade ou módulo operacional permitido.
Visões que ajudam a diretoria a agir
Dashboard executivo
KPIs, score médio, riscos críticos e visão geral da carteira.
Ranking de hotéis
Comparativo por score, sinais operacionais e módulos ativos.
Mapa de riscos
Priorização por severidade, impacto e origem operacional.
Detalhe da unidade
Drilldown executivo por hotel com atalhos para módulos permitidos.
Riscos acionáveis por área da operação
O objetivo não é só apontar que existe problema. É indicar onde a matriz deve intervir primeiro.
Conectividade
Falhas, disponibilidade, infraestrutura e aderência tecnológica.
Manutenção
OS vencidas, backlog, reincidência e impacto patrimonial.
Operação
Ocorrências críticas, pendências e continuidade entre equipes.
Governança
UHs pendentes, discrepâncias, inspeções e padrão operacional.
Experiência
Uso do App do Hóspede, avaliações, casos e risco reputacional.
TRIVEE Network Standard: um padrão tecnológico para a rede
A matriz pode definir fases obrigatórias e recomendadas, enquanto cada hotel executa localmente dentro do padrão homologado.
Base obrigatória
TRIVEE Connect / GDI para conectividade, acesso e infraestrutura.
Operação obrigatória
Logbook e GMI para rotina, ocorrências, manutenção e histórico.
Experiência obrigatória
Guest Directory para canal digital padronizado do hóspede.
Governança recomendada
Módulo de governança quando limpeza, inspeção e liberação de UHs exigem padronização.
Reputação recomendada
Feedback ou ReviewQR conforme maturidade e estratégia de escuta.
Inteligência corporativa
Corporate Intelligence para consolidar riscos, ranking e visão executiva.
Contrato master com adesão por unidade
A rede define o padrão. Cada hotel executa a implantação local com responsabilidades e escopo próprios.
Contrato master
A franqueadora ou grupo define padrão, governança, escopo, dados e regras comerciais.
Adesão por hotel
Cada propriedade formaliza implantação local, módulos, responsabilidades e cronograma.
Política de dados
A rede define quais indicadores corporativos a matriz pode acompanhar.
Anexo técnico
UHs, APs, módulos, integrações e particularidades são tratados por unidade.
Rollout por ondas, não implantação desordenada
Workshop
Mapear objetivos, padrões, riscos e indicadores que a matriz precisa acompanhar.
Piloto
Validar em uma ou mais unidades com dados reais e usuários-chave.
Contrato master
Formalizar padrão corporativo, modelo de adesão e política de dados.
Ondas de adesão
Implantar grupos de hotéis por região, maturidade, risco ou prioridade estratégica.
Governança contínua
Revisar score, riscos, adoção, exceções e plano de evolução por unidade.
Uma linguagem comum para áreas diferentes
Diretoria e franqueadora
Visão de risco, governança da marca, expansão e priorização.
Operações corporativas
Acompanhamento de padrões, rotina, exceções e aderência operacional.
TI corporativo
Padronização tecnológica, conectividade, integrações e segurança.
Regionais e gerentes gerais
Drilldown para unidade, módulo e plano de ação local.
Muito além de um dashboard corporativo
A camada corporativa precisa apontar o que merece ação, não apenas mostrar números consolidados.
Score por hotel
Maturidade operacional comparável entre unidades.
Riscos críticos
Sinais acionáveis com severidade e impacto agregado.
Ranking e benchmark
Comparação por unidade, módulo, operação e adoção.
Drilldown operacional
Acesso controlado ao módulo e hotel de origem quando permitido.
Aderência tecnológica
Visão de módulos ativos, lacunas e padronização da carteira.
Rollout corporativo
Modelo master com implantação local planejada por ondas.
Governança corporativa com limites claros
Não substitui módulos operacionais
A camada corporativa consolida indicadores e aponta para os módulos de origem.
Sem exposição de dados pessoais de hóspedes
O consolidado prioriza indicadores e riscos operacionais.
Drilldown validado por vínculo
O hotel precisa pertencer à conta corporativa e o módulo precisa estar ativo.
MVP evolutivo
Indicadores são calculados sob demanda com cache curto e podem evoluir para snapshots.
Perguntas frequentes
Respostas comerciais sobre Corporate Intelligence, franqueadoras, score, drilldown, dados e rollout.
O Corporate Intelligence substitui os módulos operacionais?
Não. Ele consolida indicadores dos módulos existentes e permite drilldown para a unidade ou item de origem quando o acesso for permitido.
Funciona para redes franqueadas?
Sim. O modelo recomendado combina contrato corporativo master, política de dados e termos de adesão por hotel ou franqueado.
A matriz vê dados pessoais dos hóspedes?
Não deve ver. A camada corporativa prioriza indicadores, riscos e sinais operacionais sem expor dados pessoais de hóspedes.
Como o score da unidade é calculado?
O score inicial é heurístico e normalizado pelos módulos ativos ou contratados. Módulos ausentes aparecem como N/A e não reduzem a nota.
Posso comparar hotéis com módulos diferentes?
Sim, desde que a leitura considere módulos ativos e lacunas. A comparação deve separar maturidade operacional de aderência tecnológica.
O drilldown abre o sistema da unidade?
Quando autorizado, o sistema valida se o tenant pertence à conta corporativa e se o módulo está ativo antes de redirecionar.
Preciso implantar todos os módulos em todos os hotéis de uma vez?
Não. A abordagem recomendada é piloto e rollout por ondas, priorizando risco, maturidade, região ou estratégia da rede.
Há relatórios executivos?
O MVP possui visão executiva em tela. Exportações e snapshots persistidos são pontos de evolução planejados.
Quem costuma usar essa camada?
Diretoria, franqueadora, operações corporativas, regionais, TI corporativo, qualidade e gerentes gerais.
Como começa um projeto para rede?
Normalmente com workshop executivo, definição de piloto, indicadores, política de dados e desenho do modelo master + adesão local.